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FUTEBOL NA NEET

domingo, 9 de março de 2014

Corinthians1x1Palmeiras ( PRIMEIRA FASE - 8ª RODADA )

Valdivia e Ralf, Corinthians x Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli)

PALMEIRAS ARRANCA EMPATE E MANTÉM CORINTHIANS EM CRISE NO PAULISTÃO

Romarinho marca o quinto gol em quatro jogos contra o rival, mas Alan Kardec evita primeira derrota do Verdão na temporada 

A história conta que nem sempre quem vive melhor fase vence o clássico entre Corinthians e Palmeiras. E a tradição parecia se repetir neste domingo. Romarinho, o carrasco verde dos últimos anos, fez a Fiel sonhar com a redenção em meio à crise. Mas, do outro lado, estava a grande fase vivida por Alan Kardec para atrapalhar. O empate por 1 a 1, no Pacaembu, favorece ao ainda invicto Verdão (e que volta a ter a melhor campanha do Paulistão, com a derrota do Santos para o Penapolense), mas faz os alvinegros se animarem com dias melhores, ainda que o time permaneça na lanterna do Grupo B. 

O duelo sonolento e travado do primeiro tempo deu lugar a uma correria desenfreada no segundo que favoreceu ao Corinthians. Fernando Prass e o travessão salvaram até que Fagner cruzou para Romarinho desviar e ampliar seu histórico de carrasco - são agora cinco gols em quatro jogos. O Palmeiras arriscou tudo para empatar e evitar a derrota. Kardec foi decisivo novamente, aproveitando cruzamento de Diogo, que acabara de entrar. 

 O Corinthians continua em situação delicada no Campeonato Paulista. O Timão tem agora oito pontos no Grupo B e precisa de uma boa reação para ainda se classificar ao mata-mata. São seis partidas sem vencer - quatro derrotas e dois empates. Pelo menos, a equipe mantém o tabu de não perder para o rival no Pacaembu desde 1995. O Palmeiras amplia para oito o número de partidas sem perder na temporada. O time soma agora 20 pontos, líder absoluto do Grupo D do estadual, e praticamente classificado para a segunda fase. O Corinthians volta a jogar na quarta-feira, contra o Oeste, às 22h, no estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto. No mesmo dia e horário, o Palmeiras recebe o Ituano, no Pacaembu. 

Primeiro tempo chato no Pacaembu Não imagine um clássico movimentado, com grandes jogadas individuais e repleto de chances de gols. Corinthians e Palmeiras fizeram um primeiro tempo respeitando até demais a tradição de um duelo em que nem sempre aquele que vive melhor fase sai vencedor. O Verdão defendia sua invecibilidade. O Timão tentava respirar em meio à crise. Resumo: uma chance para cada lado com Guerrero e Mazinho. E só. 

 A boa fase na temporada permitiu que o Palmeiras tomasse a iniciativa, com boas trocas de passes no campo de ataque e movimentação do quinteto formado por Mazinho, Valdivia, Wesley, Leandro e Alan Kardec. Nada que empolgasse. O Mago foi o primeiro a aparecer, mas não conseguiu aproveitar a cobrança de falta pela esquerda que Cássio errou a saída. Mano Menezes fez o que se esperava: montou o Corinthians retrancado para buscar os contra-ataques com Jadson, Romarinho e Guerrero. 

Quase deu certo. Fagner chegou a assustar Fernando Prass com um chute de longe. A grande oportunidade esteve nos pés do peruano. Ele apareceu por trás da zaga na pequena área após cruzamento, mas não acertou em cheio o chute. As poucas tentativas do Timão também abriram espaços para o Palmeiras tentar surpreender em velocidade. Minutos depois de precisar de atendimento médico ao se chocar com o árbitro Rapahel Claus, Valdivia encontrou Mazinho na área. Sem marcação, o atacante chutou mal, e Cássio espalmou. 

Romarinho marca, mas Alan Kardec empata 

A cautela da etapa inicial virou iniciativa corintiana no segundo tempo. Mano avançou as peças, liberou os volantes e fez o time crescer consideravelmente. Em dois minutos, fez muito mais do que em 45. Primeiro, Jadson chutou rente à trave de Prass. Depois, Guilherme disparou pela esquerda e carimbou o travessão. Romarinho também teve uma chance, mas o goleiro alviverde salvou com os pés. 

O Palmeiras sentiu a evolução rival, mas também respondeu, com Leandro batendo de primeira e Wesley parando em Cássio após chute longe. O goleiro corintiano também quase colaborou ao sair errado em um escanteio. A bola desviou na coxa de Lúcio, e Gil, pouco antes da linha do gol, salvou. 
Jadson, Corinthians x Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli)
 Nem parecia o mesmo jogo. Corintianos e palmeirenses passaram a imprimir um ritmo frenético, com a bola passando quase que diretamente pelo meio de campo. O Timão conseguiu mais equilíbrio, mas parou em Prass duas vezes. Romarinho, cara a cara, chutou em cima do goleiro. Guerrero, após boa troca de passes, também. 

 A série de milagres do goleiro alviverde chegou ao fim aos 15 minutos. E justamente dos pés de alguém que se notabilizou a atormentar a vida do rival. Fagner disparou pela direita e cruzou rasteiro. Romarinho se antecipou à marcação e desviou. Foi o quinto gol dele em quatro partidas contra o Palmeiras. 

O Verdão sentiu o golpe. Gilson Kleina tentou alterar o posicionamento do time com a entrada de Mendieta e Diogo nas vagas de Leandro e Wellington. A pressão deu resultado rapidamente. Aos 37, Diogo cruzou da esquerda e o artilheiro Alan Kardec se antecipou ao zagueiro Felipe para desviar de cabeça no canto esquerdo de Cássio. Festa da torcida palmeirense, que comemorou o empate como se fosse vitória, já que o resultado mantém a invencibilidade da equipe no ano e deixa o rival na lanterna do Grupo B do Paulistão.

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Fluminense5x1Friburguense(TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 12ª RODADA)

Conca e Walter Fluminense x Friburguense (Foto: Nelson Perez / Fluminense F.C.)

ATAQUE FUNCIONA, WALTER MARCA, E FLU GOLEIA FRIBURGUENSE NO MARACANÃ

Tricolor faz 5 a 1 no time da Serra em duelo pelo Carioca e volta a vencer após duas rodadas. Vaga na semifinal pode ser assegurada nesta quinta 

Bastaram 24 minutos para o Fluminense mostrar ao que veio e começar a construir sua elástica vitória no Maracanã. Com início arrasador de seu ataque, que teve Walter como titular, o Tricolor derrotou o Friburguense por 5 a 1, na noite desta quarta-feira, pela 12ª rodada do Carioca. Walter, Conca, Bruno, Wagner e Marcos Júnior marcaram para o Flu, que chegou aos 26 pontos e segue como vice-líder, agora bem perto de assegurar a vaga na fase semifinal (basta mais uma vitória ou mesmo que o Botafogo não vença o Audax, nesta quinta-feira). O público foi de 7.003 pagantes (renda de R$ 155.515,00). 

O duelo serviu para confirmar a boa fase do centroavante Walter. Em seu primeiro jogo como titular do Fluminense, o atacante fez seu quarto gol pelo clube e é o artilheiro do time no Carioca. Todos os tentos foram feitos no Maracanã. Na noite desta quarta, além do gol, de puro oportunismo, o camisa 18 deu ao menos outros três chutes perigosos e bons passes. Conseguiu segurar a bola na frente e saiu aplaudido pela torcida aos 25 minutos do segundo tempo, quando foi substituído por Michael. 

 O meia Wagner, que entrou na etapa final e fez um gol, acredita que sua atuação ajuda na luta para voltar a ser titular no Flu.

- É a oportunidade que a gente tem, não interessa, são poucos minutos e na hora que a gente entra tem que contribuir para dar um "trevo" na cabeça do Renato. Nunca pode se acomodar. Se acomodar mesmo no banco, vai vir outro e entrar no seu lugar. O pensamento é esse, tem que sair desse banco porque já não estou aguentando mais - disse Wagner. 

Se o ataque funcionou com Walter na vaga de Fred, a defesa voltou a falhar. A zaga tricolor demonstrou a insegurança de outros jogos. Gum e Elivélton sofreram com o atacante Rômulo, autor de boas jogadas e de um lindo gol para o Frizão. A equipe de Nova Friburgo mantém os 15 pontos, na zona intermediária da tabela. 

O triunfo reabilita o Flu no estadual, após derrota para Botafogo e empate com a Cabofriense. Na próxima rodada, o time tricolor encara o Duque de Caxias, neste domingo, às 16h, em Volta Redonda. No mesmo dia e horário, o Friburguense recebe no Eduardo Guinle a Cabofriense. 

Flu atropela no ínicio do jogo Renato Gaúcho mandou o Fluminense a campo novamente com três atacantes: Walter, Sobis e Biro Biro. Ao contrário dos últimos jogos, o ataque teve mais mobilidade e velocidade, com o trio se movimentando constantemente e sem guardar posição. O fato confundiu a frágil defesa do Friburguense e deu mais opções a Conca. Logo aos 3 minutos, Walter caiu pela ponta direita e cruzou para Biro Biro, que completou para fora. 

No entanto, o gol não demorou a acontecer. Ou melhor, os gols. Os dois primeiros foram de puro oportunismo. Aos 12, Walter aproveitou rebote duplo do goleiro Afonso após chutes de Sobis e Biro Biro para marcar. Aos 20, Conca pegou sobra de bola na trave e ampliou. Quatro minutos depois, um gol de placa: Bruno arrancou desde a intermediária, colocou a bola entre as pernas de Bruno Leal e bateu na saída de Afonso. 
Biro Biro jogo Fluminense contra Friburguense (Foto: Nelson Perez / Site Oficial do Fluminense)
Com a larga vantagem, o Fluminense se acomodou. Mesmo com o jogo fácil, a sua defesa voltou a falhar sucessivamente. Quem aproveitou foi o atacante Rômulo, que aos 39 cabeceou na trave e aos 41 parou nas mãos de Cavalieri. Só então, aos 45, venceu o arqueiro tricolor e colocou a bola no ângulo esquerdo, em lindo gol. Banco transforma placar em goleada 

No intervalo, Renato Gaúcho decidiu poupar Sobis e colocou Marcos Júnior. A 1 minuto, o atacante chutou no travessão. Aos 5, foi a vez de Conca fazer o mesmo. Ao mesmo tempo em que atacava com facilidade e criava chances, o Flu dava muitos espaços aos Friburguense, que perdeu muitos gols. Aos 8, Conca salvou em cima da linha após cabeçada de Rômulo, que obrigou Cavalieri a fazer um milagre aos 12. 

Com Walter dando sinais de cansaço, o Flu não conseguia mais prender a bola na frente e a velocidade do jogo era enorme. Talvez por isso, Renato Gaúcho colocou Wagner e Michael, tirando Biro-Biro e Walter. As substituições deram mais posse de bola ao Tricolor, que passou a correr menos riscos e a atuar no campo de ataque. Aos 37, Wagner acertou chute forte da intermediária e fez o quarto. Marcos Júnior, aos 42, fechou o placar em arremate de dentro da área. 

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Fluminense4x1Boavista ( TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 8ª RODADA )

Walter, Fluminense x Boavista (Foto: Nelson Perez/Fluminense FC)

WALTER FAZ DOIS, SOBIS DESENCANTA, FLU GOLEIA O BOAVISTA E MANTÉM LIDERANÇA

Tricolor faz 4 a 1, vence a sexta seguida e alcança marca de três anos atrás. Fred perde pênalti na volta, e novo xodó põe pressão sobre atacante

 A expectativa era em cima de Fred. O centroavante voltou ao time após recuperar a forma física e curar a lesão na coxa direita que fez até o técnico da Seleção segurar a convocação dos atletas que atuam no Brasil para o amistoso contra a África do Sul, no dia 5 de março. Mas não foi o dia do camisa 9, que perdeu até pênalti. Quem Felipão, provavelmente atento à partida, viu brilhar foi Rafael Sobis e Walter. O primeiro desencantou após oito jogos na temporada e ainda deu assistência para o gol de Conca, enquanto o segundo entrou no fim e balançou a rede mais duas vezes na goleada por 4 a 1 sobre o Boavista, na noite deste sábado, no Maracanã. Gilcimar abriu o placar para a equipe de Saquarema diante de um público de 13.582 pagantes (17.512 presentes). A renda foi de R$ 296.280.

Walter já está na vice-artilharia do estadual com três gols e virou o novo xodó da torcida. Teve o nome gritado pelos tricolores desde o primeiro tempo (inclusive após o pênalti perdido por Fred), colocou pressão sobre o titular, mostrou oportunismo e faro de gol - justamente o que falta atualmente ao camisa 9, que não sabe o que é balançar a rede há seis meses - o último foi no dia 7 de agosto, no empate por 1 a 1 com o Vitória, no Barradão, durante o último Campeonato Brasileiro. Conca também teve atuação destacada: além do gol de cabeça, organizou quase todos os ataques e foi o maestro do time.

 - O grupo do Fluminense é muito bom, não merecia o que passou no ano passado. Sempre mostrei que meu futebol é esse, cada vez mais calar a boca de muita gente aí - comemorou Walter, que ainda elogiou Rafael Sobis e Fred.

 O resultado manteve o Fluminense na liderança isolada do Campeonato Carioca, com 19 pontos, e ainda fez o time alcançar a marca de seis triunfos consecutivos, feito que não acontecia há três anos, ainda sob o comando de Muricy Ramalho. Já o Boavista segue com 12 pontos e perdeu a chance de encostar nas primeiras colocações. As equipes voltam a campo já no meio de semana. O Tricolor visita o Macaé na quarta-feira, às 19h30m (de Brasília), no Moacyrzão, enquanto a equipe de Saquarema joga na quinta, às 16h, contra o Audax em Moça Bonita.

Fred perde pênalti, mas Conca salva As condições do jogo estavam perfeitas na visão de Renato Gaúcho: gramado perfeito, torcida presente e uma noite sem o calor habitual do Rio. Só o que não favoreceu o Flu foi a postura recuada do Boavista, que jogava pela primeira vez no Maracanã em 2014. Estratégia que começou dando certo. Com praticamente todos os jogadores no campo defensivo, a equipe pouco levou sustos. E no curto tempo em que tinha a bola, tentava explorar as falhas do adversário.

 Foi assim aos 25 minutos. Jean saiu jogando errado e deu o contra-ataque que terminou na cabeçada em forma de tiro, de tão forte, de Gilcimar. O segundo contra-ataque, com dois contra dois, poderia ter complicado a vida tricolor, mas desta vez André Luis não acertou o passe.

O Flu depositava esperanças em Fred e insistia em levantar a bola na área para o atacante, que tinha dificuldades no meio dos zagueiros. Se pelo alto estava ruim, por baixo o atacante teve duas chances claras de marcar. A primeira cara a cara com o goleiro Getúlio Vargas após lindo passe de Jean, mas o chute de canhota para fora.
Conca e Jean, Fluminense x Boavista (Foto: Agência Photocamera)
E a segunda foi ainda melhor, na marca da cal depois de um pênalti marcado pelo árbitro de Bruno Rodrigo sobre o próprio camisa 9. O centroavante pediu a bola, mas carimbou a trave na cobrança. "Walter, Walter", pediram os torcedores. Quando o primeiro tempo tinha tudo para terminar em vaias, Conca se apresentou como elemento surpresa na área e, com seu 1,69m de altura, cabeceou para empatar o jogo após cruzamento de Sobis.

 Sobis desencanta, e Walter faz mais dois - Estou bem, só precisando de gols, mais nada - dizia Fred no intervalo. O atacante ganhou um voto de confiança de Renato e voltou mais empolgado para a etapa final. Na primeira bola que dominou na entrada da área, já girou o corpo e bateu para defesa de Getúlio Vargas.

 Logo depois, ganhou sua primeira disputa pelo alto e cabeceou com perigo. As jogadas aéreas continuavam sendo a melhor arma do Flu. Foi assim que Sobis cruzou, o goleiro saiu mal do gol e viu a bola parar na trave. Mais uma vez pelo lado direito, Conca lançou na área para uma pancada de primeira do camisa 9, raspando o travessão. O Boavista se assustou com a pressão e passou a acumular cartões com faltas para conter as investidas.

Preocupado, o técnico América Faria tirou o meia Cascata, que já tinha amarelo, e tentou colocar seu time para frente com o atacante Diogo, aos 17. Mas no minuto seguinte quem chegou ao gol foi o Fluminense. Em dia de maestro, organizando os lances ofensivos, Conca lançou Carlinhos.

Ele dominou a bola, que sobrou para Sobis chutar, virar o placar e sair na sequência, exausto, dando lugar a Walter. E o gordinho manteve o brilho. Com só 18 minutos em campo, o novo xodó fez mais dois de puro oportunismo, aos 36 e aos 45: um em erro de Carlinhos que virou passe e outro em assistência de Wagner, praticamente no mesmo lugar dentro da área. O titular Fred, que não conseguiu deixar a sua marca, ainda saiu aplaudido para a entrada de Chiquinho.

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Vasco2x0Resende ( TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 12ª RODADA )

Edmilson gol, Vasco x Resende (Foto: Marcello Dias/Agência Estado)

VASCO PASSA FÁCIL PELO RESENDE E VOLTA A VENCER EM SÃO JANUÁRIO: 2 A 0

Edmilson e André Rocha anotam os gols em noite com provocações a Zico e comemoração pelo título da Unidos da Tijuca no carnaval carioca

Em dia de título da Unidos da Tijuca, que homenageou o Vasco no centenário em 1998, e de provocações a Zico - o enredo com o ídolo flamenguista ficou em quinto lugar no carnaval carioca -, o time de Adilson Batista voltou a vencer dentro de casa - na última vez que havia jogado na Colina, perdeu para a Cabofriense. Com gols de Edmilson e André Rocha - embora a bola tenha batido nas costas do meia adversário Deoclésio -, o Vasco venceu com facilidade o Resende por 2 a 0. O público foi de 3.789 pagantes, com renda de R$ 69.590,00.

 O resultado deixa o time cruz-maltino temporariamente na terceira colocação - a sete pontos do primeiro fora do G-4, o quinto colocado Nova Iguaçu. A Cabofriense, quarta colocada, joga nesta quinta fora de casa contra o Volta Redonda. Se vencer, muda de posição com o Vasco na tabela de classificação.

- A gente ensaia bastante essa jogada. Adilson pede sempre para nos posicionarmos no primeiro pau. Tentei e deu tudo certo para a bola entrar - disse o lateral André Rocha, que fez o primeiro gol dele pelo Vasco, o segundo do jogo, após uma cobrança de escanteio.

O Resende, com nove pontos, pode acabar a rodada na zona de rebaixamento. Para isso, é preciso que o Audax vença o Botafogo nesta quinta. O próximo compromisso do time sul-fluminesne é no sábado, contra o Macaé, no estádio do Trabalhador. O Vasco, por sua vez, volta a campo no mesmo dia, contra o Bonsucesso, outra vez em São Januário. 

No primeiro tempo, o time da casa repetiu a escola do Borel, que só tranquilizou sua torcida na penúltima nota na Sapucaí. Os vascaínos, que levaram bandeiras e vestiram camisa da Tijuca, tiveram que esperar até o último minuto também para comemorar. Antes, o time cruz-maltino até criou chances, principalmente com Reginaldo, mas Edmilson foi infeliz nas conclusões. Diogo Silva, substituto de Martín Silva, suspenso, só foi incomodado uma vez, quando Geovane Maranhão, ex-jogador do Vasco, saiu frente a 

 frente, mas chutou muito mal, longe do gol. 

 Quando o ímpeto do Vasco já era menor - houve dois chutes de Aranda, mais uma grande jogada de Dakson, porém de conclusão fraca -, Diego Renan tabelou com Reginaldo e cruzou na medida para Edmilson. O atacante vascaíno marcou pela sétima vez no Campeonato Carioca, aos 45 minutos, antes do apito para o intervalo. 
Reginaldo, Vasco x Resende (Foto: Roberto Filho/Agência Estado)
Com William Barbio no lugar de Dakson na segunda etapa, o Vasco continuou tentando as jogadas pelos lados do campo. Mas a melhor oportunidade saiu numa linda tabela pelo meio. Edmilson tocou para Reginaldo, que fingiu o chute, mas terminou batendo para fora. Se o gol não saiu na linda jogada do ataque, veio num lance fortuito. Na batida de escanteio de Douglas, André Rocha pressionou Deoclésio, que, desatento, bateu com as costas na bola e a colocou para dentro: 2 a 0 para o Vasco aos 19 minutos do segundo tempo.

Edmilson sentiu uma pancada e deu lugar a Thalles, que incomodou bastante ao lado de Bernardo. Os dois incomodaram a defesa do Resende, mas não foram capazes de aumentar o placar. Foi a sétima vitória vascaína no campeonato, a segunda dentro de casa. 

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Bonsucesso0x2Flamengo ( TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 12ª RODADA )

Alecsandro jogo Flamengo e Bonsucesso (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

FLAMENGO VENCE BONSUCESSO SEM SUSTOS PARA SOMENTE 375 PAGANTES 

Alecsandro, artilheiro do Carioca ao lado do vascaíno Edmílson, e Nixon fazem os gols rubro-negros. Público é o menor dos grandes no estadual 

 A Quarta-feira de Cinzas foi de nova vitória tranquila para o Flamengo. Em noite chuvosa no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, o Rubro-Negro fez do Bonsucesso a sua nova vítima: 2 a 0, gols de Alecsandro e Nixon. Mas o que chamou a atenção foi o público pagante: apenas 375 torcedores, o pior em jogos envolvendo os quatro grandes neste Campeonato Carioca – no total, houve 450 presentes. A renda foi de R$ 11.710. 

Alecsandro chegou ao sétimo gol no estadual, mantendo-se na artilharia, posto que divide com Edmílson, do Vasco. Já classificado às semifinais, o Rubro-Negro soma 31 pontos, com dez vitórias, um empate e apenas uma derrota.

O próximo compromisso é no domingo, às 18h30m (de Brasília), no clássico contra o Botafogo. O técnico Jayme de Almeida escalou um time misto na partida. O zagueiro Samir foi um dos titulares que não foram poupados e teve mais uma atuação segura na defesa do Fla. 

– Entrei focado no jogo e tenho que dar meu melhor. Se der mole, outros ocupam meu lugar. Quero continuar a ajudar o Flamengo. Fico grato à torcida pelo carinho e, enquanto tiver saúde, vou honrar a camisa do time – disse o jovem. O Bonsucesso, por sua vez, soma 11 pontos e ainda está ameaçado de rebaixamento. O time encara na próxima rodada o Vasco, em São Januário, no sábado, às 18h30m. 

Três ótimas chances desperdiçadas 

O Flamengo não foi brilhante no primeiro tempo, mas esteve muito perto de ir para o intervalo com a vantagem. No entanto, pecou nas finalizações. Logo aos cinco minutos, Chicão recebeu livre na marca do pênalti, só que chutou fraquinho. Pouco depois, Everton cruzou para Mugni, que, sem marcação, errou inacreditavelmente a cabeçada. 
Nixon comemora, Bonsucesso x Flamengo (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
O argentino se redimiu mais tarde com passe preciso para Gabriel, que testou à queima-roupa. Rodrigo voou para realizar ótima defesa. O Bonsucesso também não fez uma etapa inicial ruim, mas Felipe só precisou trabalhar em cobrança de falta feita por Nill. Apesar da distância, a bola ganhou potência, e o camisa 1 rubro-negro buscou no canto direito. 

 Nixon fundamental

Mugni cresceu na etapa final. Antes dos 20 minutos, já havia arrematado bem contra o gol de Rodrigo, descolado um grande lançamento para o Léo e iniciado jogada que terminou com bola no travessão em chute de André Santos. Melhor do que Mugni foi Nixon, que entrou aos 15. 

 No primeiro gol rubro-negro, recebeu pela esquerda, segurou bem a bola e cruzou rasteiro para Alecsandro abrir o placar. Pouco depois, o artilheiro do Carioca retribuiu a gentileza. Recebeu de Chicão, conduziu até a meia-lua e rolou. De costas, Nixon girou e colocou no ângulo: golaço e caixão fechado no Raulino.

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Duque de Caxias1x2Botafogo ( TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 8ª RODADA )

Ferreyra, Duque de Caxias x Botafogo (Foto: Vitor Silva/SSPress)
TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 8ª RODADA

FERREYRA COMANDA VIRADA DO BOTA SOBRE O DUQUE DE CAXIAS: 2 A 1 

 El Tanque faz gol e sofre o pênalti de outro, convertido por Jorge Wagner, após Alvinegro sair atrás, com gol contra de Dória. Time segue na briga 

A força de Ferreyra, El Tanque, empurrou o Botafogo para a virada sobre o Duque de Caxias, neste domingo, pelo Campeonato Carioca. O atacante argentino fez um gol e sofreu o pênalti que originou o outro, convertido por Jorge Wagner, na vitória de 2 a 1 no estádio Raulino de Oliveira. Dória, contra, havia colocado o adversário na frente. Os três gols aconteceram nos 15 minutos finais da partida. Foram 1.230 pagantes, com renda de R$ 24.935,00. 

O resultado foi melhor do que a atuação do Botafogo, frágil em boa parte do encontro - apesar da presença de sua equipe titular, a mesma que teve início animador na Libertadores. A boa notícia é que foi a segunda vitória seguida da equipe de Eduardo Hungaro no campeonato. Com o triunfo, o Alvinegro foi a 11 pontos, na oitava colocação, quatro atrás do Vasco, o último que estaria classificado para semifinal do Carioca - e a oito do líder Fluminense. O Duque, com dois pontos, é o lanterna. - Sabemos que o torcedor quer o melhor do time, mas passamos algumas dificuldades com um time fechado. O importante foi que insistimos e conseguimos sair com a vitória - disse o meia Jorge Wagner, que chegou a ouvir algumas vaias da torcida antes da virada. 

O Botafogo volta a campo na quinta-feira. Às 19h30m, recebe o Volta Redonda no Maracanã. Um dia antes, o Duque visita o Resende, às 16h, no estádio do Trabalhador. Dificuldades O jogo começou complicado para o Botafogo. Com menos de um minuto, não fosse impedimento mal assinalado pela arbitragem, Leandro Cruz poderia ter colocado o Duque de Caxias na frente. Pouco depois, até saiu o gol do adversário alvinegro, mas o lance foi novamente anulado, desta vez com razão: Gleisson usou o braço para desviar a bola.

As dificuldades persistiram até os dez minutos, quando Dankler, na área do Duque, perdeu gol para o Botafogo. O lance foi uma espécie de abre-alas para a predominância alvinegra no restante do primeiro tempo. A dominação, porém, não resultou em chances sequenciais de gol. Pelo contrário: foram escassas as oportunidades. E quando surgiram, elas foram desperdiçadas, como aconteceu com Ferreyra, que recebeu lindo passe de Lodeiro (o melhor do Bota na etapa inicial) e parou primeiro no goleiro Andrade, depois na zaga. 

Virada com a marca de Ferreyra O segundo tempo manteve o panorama do período anterior, com o Botafogo melhor, mas não o suficiente para abafar o oponente em seu campo de defesa. Ferreyra teve mais uma chance das boas. Após jogada bem costurada pela direita, Edílson cruzou na cabeça do Tanque, que emendou com força. Andrade fez grande defesa. Eduardo Hungaro resolveu trocar peças. Surpreendeu ao sacar Lodeiro e colocar Junior Cesar - a torcida reclamou da escolha. Também mandou Bolatti a campo no lugar de Marcelo Mattos. O volante argentino logo teve a chance de abrir o placar, mas chutou muito torto. 

O que era ruim ficou pior com o gol do Duque de Caxias, aos 33 minutos, em lance que simbolizou o dia ruim do Botafogo. Dankler tentou cortar em cima da linha e acabou acertando em Dória. A bola bateu no zagueiro e entrou. Mas o Botafogo reagiu. E graças a Ferreyra. Ele empatou ao receber de Jorge Wagner na altura da marca do pênalti e mandar para o gol. E depois permitiu a virada ao ser derrubado por Andrade na área. O pênalti foi batido justamente por Jorge Wagner: 2 a 1 e fim de papo. 

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sábado, 8 de março de 2014

BOTAFOGO EMPATA COM AUDAX E FICA MAIS PRÓXIMO DO ADEUS AO CARIOCA

Marcelo Mattos Botafogo x Audax  (Foto: Luciano Belford/SSPress)
TAÇA GUANABARA (1ª FASE) - 12ª RODADA

Em jogo de erros da arbitragem, titulares do Alvinegro ficam no 2 a 2 com lanterna e estão a oito pontos da zona de classificação para a semifinal 

O time era praticamente o mesmo que caminha com tranquilidade na Libertadores. Mas novamente os titulares do Botafogo mantiveram a infeliz regularidade de atuações no Campeonato Carioca. Em jogo realizado na tarde desta quinta-feira, em Moça Bonita, o Alvinegro ficou no empate em 2 a 2 com o Audax, lanterna da competição. O resultado deixou a equipe comandada por Eduardo Hungaro com chances ainda mais reduzidas de classificação para a semifinal. Ferreyra e Marcelo Mattos fizeram os gols alvinegros, com Willian e Washington anotando para o time da Baixada Fluminense. 

 Após o tropeço, presenciado por 481 pagantes (renda de R$ 9.665,00), o Botafogo ficou a oito pontos da Cabofriense (24 a 16), quarta colocada, que empatou por 1 a 1 com o Volta Redonda, nesta quinta-feira. Isso deixa o Alvinegro com a necessidade de vencer seus três últimos compromissos na fase de classificação e ainda torcer por derrotas de seus concorrentes diretos (o Vasco tem 24 pontos e é terceiro). 

- Estamos praticamente fora da disputa do Carioca. Não era o que queríamos ou planejávamos. Mesmo com o time que não é considerado titular, esperávamos obter mais resultados positivos. Infelizmente não aconteceu, mas temos que terminar com dignidade - disse o lateral Edílson. 

De quebra, o resultado assegurou ao Fluminense uma vaga na fase semifinal (é o segundo, com 26 pontos, cinco a menos que o líder Flamengo). Neste domingo, os reservas voltam a campo para o clássico contra o Rubro-Negro, no Maracanã. O Audax, que se manteve na lanterna, agora com sete pontos, volta a campo também no domingo, contra o Nova Iguaçu, no Laranjão. 

Toma lá, dá cá

Diante da necessidade de vencer para se manter vivo no Carioca, o Botafogo começou dominando a partida, fazendo valer as instruções de Eduardo Hungaro, que ao longo da semana pediu prioridade para os toques simples. No início, o Alvinegro confundiu essa tática com falta de ímpeto: o time ficava devendo em termos de objetividade. Do lado do Audax, a estratégia era clara: esperar na defesa e lançar mão dos contra-ataques usando os possíveis erros de passe do Botafogo. 

Assim, o primeiro tempo foi marcado por chances esporádicas de gol. Foram alguns chutes de fora da área e tentativas frustradas de jogadas trabalhadas para os dois lados. Pouco inspirado na solitária tarefa de armar as jogadas, Jorge Wagner demorou a contar com a ajuda de Gegê, substituto de Lodeiro, que mostrou timidez ao tentar as jogadas individuais em velocidade. Wallyson mais uma vez se apresentava discreto e Ferreyra começou a sair da área para buscar jogadas. 
Ferreyra Botafogo x Audax (Foto: Luciano Belford/SSPress)
Quando retornou ao seu habitat, o Tanque, enfim, fez o que sabe. Aos 26 minutos, o argentino estava posicionado dentro da pequena área para complementar com precisão o cruzamento rasteiro de Edílson, abrindo o placar para o Botafogo. Mas o Audax não se intimidou com a desvantagem e continuou em busca do empate. E conseguiu aos 31 minutos, quando Willian cobrou falta rasteira, e a bola passou ao lado de Gabriel na barreira. Ela quicou antes de chegar a Helton Leite, que se esticou mas não conseguiu evitar o gol. 

Erros para os dois lados 

Sem substituições, o Botafogo voltou para o segundo tempo mais incisivo em termos ofensivos, mas com muitas falhas de marcação. Assim, ao mesmo tempo em que criava chances, deixava o Audax em boas condições de virar o placar. Depois de a assistente Alessandra Agra Amorim assinalar um impedimento inexistente quando Washington aparecia frente a frente com Helton Leite, o Audax teve mais uma chance clara com o mesmo atacante. Ele errou o alvo com o gol aberto depois que Dória falhou ao tentar evitar que a bola saísse pela linha de fundo em bola mal recuada por Bolívar. 

Mas depois de tantos sustos, o Botafogo teve seu alívio momentâneo. Edílson bateu falta para a área e Marcelo Mattos apareceu no segundo pau e cabeceou para o chão, acertando o canto esquerdo do goleiro, aos 17 minutos. Foi o segundo gol do volante com a camisa alvinegra em 152 partidas pelo clube. 

 No entanto, o Botafogo estava longe de ter vida fácil na partida. Depois de a assistente novamente assinalar erradamente um impedimento num lance de perigo contra o Alvinegro, o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães marcou pênalti inexistente a favor do Audax, enxergando falta de Helton Leite em Wellington (o goleiro não tocou o rival). Washington bateu aos 34 minutos e igualou o placar em 2 a 2. 

O Botafogo, então, se lançou ao ataque em busca da vitória, mas o fez de maneira desordenada. Com muitos espaços na defesa alvinegra, o Audax criou boas chances para vencer de virada, mas esbarrou em suas limitações técnicas. 

Postado por Unknown às 19:44 0 comentários
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