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FUTEBOL NA NEET

sábado, 26 de novembro de 2011

Bianca Leão, do Fluminense, leva o prêmio de Musa do Brasileirão 2011

Tricolor carioca supera representantes de Atlético-GO, Atlético-MG e Corinthians com voto decisivo da madrinha Luiza Brunet
 (André Durão / Globoesporte.com)
Foi disputado, suado, dramático, apenas decidido no último voto, mas Bianca Leão garantiu para o Fluminense o prêmio de Musa do Brasileirão 2011. Ela desbancou, no último voto, a representante do Atlético-MG, Mirian Barreto. Paula Aires, do Atlético-GO, e Thalita Bellotti, do Corinthians, completaram o elenco das finalistas. Além da coroa de nova Musa e um ramalhete de flores, Bianca ganhou um carro.


- É uma honra ser campeã representando meu clube do coração. Sempre gostei de futebol e do Fluminense. Espero que este concurso abra muitas portas para mim - declarou a campeã.
Bianca vence a final da Musa do Brasileirão  (Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)
Bianca vence a final da Musa do Brasileirão 2011

As quatro finalistas participaram de três provas no palco do Caldeirão do Hulk, que contava com uma bancada de quatro jurados: Tiago Leifert, editor-chefe e apresentador do Globo Esporte-SP, Luma Costa, atriz da novela Fina Estampa, Silvano Alves, campeão mundial de rodeio, e Luiza Brunet, atriz e madrinha das musas, que tinha o poder do voto de minerva em caso de empate.

Na primeira prova, as candidatas desfilaram trajando um vestido que valorizava suas curvas. O segundo desafio era narrar um gol de Ronaldo Fenômeno, após a locução de Galvão Bueno. E, para terminar, as finalistas deveriam usar todo o seu charme e gingado no pole dance (dança na barra). Por causa das aulas de dança, as candidatas apresentavam algumas manchas roxas no corpo.

A escolha da musa consistia na votação do público da internet e dos quatro jurados. Bianca Leão conseguiu seu primeiro ponto por meio do voto do público (33%), um por cento a mais do que Thalita Bellotti, do Corinthians. Na mesa de júri, Silvano Alves empatou a disputa ao indicar seu voto para Mirian Barreto, do Atlético-MG. Luma Costa desempatou para o Fluminense, mas Tiago Leifert voltou a deixar tudo igual ao escolher a participante do Galo. Por esse motivo, coube a Luiza Brunet a responsabilidade de decidir o placar a favor de Bianca Leão, nova Musa do Brasileirão.
Mirian, Nadia, Thalia e Bianca na final da Musa do Brasileirão (Foto: André Durão / GLOBOESPORTE.COM)
Mirian, Nadia, Thalia e Bianca na final da Musa do Brasileirão

- Foi terrível ter que decidir esse concurso. Fiquei a semana inteira com elas e aprendi a gostar de todas. Mas acho que uma representa as 20, e a Bianca carrega tudo de bom de uma mulher. Ela é graciosa, feminina, sexy, bonita, todos os requisitos femininos - explicou Luiza Brunet.

Emocionada, Bianca Leão comemorou com parte da plateia que a apoiava no estúdio do programa e recebeu sua coroa e um ramalhete de flores das mãos de Nina Frontini, campeã do ano passado, quando representava o Grêmio.

- Ela é linda e foi merecedora do prêmio. Espero que possa representar bem o futebol e o seu time. Muitas coisas vão aparecer para ela, umas boas e outras nem tanto. Cabe saber escolher - afirmou Nina Frontini.

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Com gol de Bruno Mineiro, Sport garante acesso à Série A

O Leão venceu o Vila Nova por 1 a 0 com gol no segundo tempo e terminou a Série B na quarta colocação

O Sport Club do Recife mostrou, neste sábado, que é preciso respeitar a força de sua camisa. Em um Serra Dourada castigado por um temporal, o Leão venceu o Vila Nova por 1 a 0 e garantiu o acesso à Série A 2012. O rubro-negro pernambucano foi a última equipe da Série B a carimbar o passaporte para a Primeira Divisão do próximo ano, mas o feito foi bastante comemorado, uma vez que há algumas rodadas o time era considerado carta fora do baralho para volta à elite do futebol nacional. Já rebaixado, o Vila Nova entrou em campo com um time formado por jogadores da base e ofereceu resistência.

O gol que colocou o Sport na Série A – que será a 32ª na história do clube – saiu no segundo tempo da cabeça de Bruno Mineiro. A derrota do Vila Nova, além de marcar a despedida do time da Série B 2011, foi também o último jogo do técnico Roberto Cavalo à frente do time. Os goianos encerraram a competição na antepenúltima colocação com 32 pontos e só foram melhores que o Salgueiro (26 pontos) e o lanterna Duque de Caxias (16 pontos). Por sua vez, o Sport ficou com 61 pontos e superou o Vitória e o Bragantino na briga pelo G-4.

Com a vitória sobre o Vila Nova, a expectativa é que o Sport seja recebido com bastante festa no Aeroporto Internacional do Recife. No embarque do time para Goiânia, mais de dois mil torcedores foram ao terminal de passageiros levar apoio aos atletas. Agora, a festa deve ser ainda maior.
laNCE DO JOGO ENTRE VILA NOVA E SPORT (Foto: André Costa / Agência Estado)
Em meio a um temporal, o Sport conseguiu bater o Vila Nova em Goiânia

Muita chuva, lances de perigo e gol impedido

Com o acesso da Série A em jogo para os pernambucanos, a partida entre Vila Nova e Sport começou com os dois times tentando chegar ao gol por meio de bola parada. Aos dois
minutos, Vitor Ferraz cobrou a primeira falta do jogo, mas a bola foi direto para as mãos de
Magrão. Aos quatro minutos, foi a vez de Marcelinho Paraíba bater uma falta, porém sem perigo para os donos da casa.

Após esse lance, o Vila Nova, mesmo com um time composto principalmente jogadores recém-promovidos da base, mostrou que não estava para brincadeira. Os goianos conseguiram chegar à defesa do Sport com facilidade, mas não conseguiam concluir os chutes a gol. As jogadas de ataque dos donos da casa ocorriam principalmente pelo lado esquerdo de ataque.

As tentativas ofensivas do Vila Nova acabaram resultando em espaços para o Sport atacar. E aos 11 minutos, o time rubro-negro balançou as redes do adversário. O grito da torcida do Leão, no entanto, foi sufocado pelo bandeirinha, que invalidou o gol de Willians. A resposta dos goianos veio com Vitor Ferraz. O jogador cruzou a bola para a área e Diego quase abriu o placar.

Antes dos 20 minutos do primeiro tempo, o técnico Mazola Júnior foi obrigado a tirar Roberson, que se machucou, e colocou Bruno Mineiro em campo. Um minuto depois o Sport quase abriu o placar com Marcelinho Paraíba. Ele cobrou uma falta com potência e obrigou o goleiro Luis Cetin a livrar o gol com a ponta dos dedos. O Vila Nova também teve uma excelente chance. Aos 28 minutos, Leandro Cearense só não marcou graças a Magrão, que fez uma defesa milagrosa.

Depois desse lance, só deu Sport. Aos 32 minutos do primeiro, Bruno Mineiro recebeu a bola sozinho e, de frente para o gol, cabeceou nas mãos do goleiro Luis Cetin. Três minutos depois o Sport perdeu aquela que seria a melhor chance da etapa inicial. Marcelinho Paraíba cobrou falta, a bola passou por todo mundo e bateu na trave. Aos 38 minutos, Marcelinho Paraíba, de novo em cobrança de falta, só não fez o gol por conta de Luis Cetin.

Aos 40 minutos, foi a vez da torcida do Vila Nova gritar gol. Victor Ferraz cruzou para Leandro Cearense. O jogador do Tigre chutou e Magrão defendeu a bola em cima da linha, confundindo os torcedores goianos. O goleiro do Sport ainda fez uma outra grande defesa aos 45 minutos, impedindo outra jogada de perigo de Leandro Cearense. O primeiro tempo terminou sem gols, com os jogadores encharcados pela forte chuva que caiu sobre o Serra Dourada.

Gramado impede toque de bola

Na volta para o segundo tempo, Vila Nova e Sport encontraram o gramado ainda mais castigado pela chuva. Os jogadores mal conseguiam se manter em pé, mas ainda assim o primeiro lance de perigo surgiu antes que o cronômetro marcasse um minuto. Misael, que havia entrado no lugar de Willians no intervalo do jogo, cruzou a bola para Thiaguinho. O jogador do Sport, em vez de chutar, tentou dominar a bola dentro da área e se atrapalhou.
Sport (Foto: Elton de Castro/GloboEsporte.com)
Goleiro do Vila Nova fez boa partida, mas time não segurou o placar

Com dificuldades por conta da chuva, que deixou o gramado pesado, o Vila Nova teve suas chances. Leandro Cearense, um dos destaques pelo lado dos donos da casa, invadiu a área rubro-negra e assustou a torcida pernambucana. Ele só não conseguiu evoluir e chutar a gol porque foi atrapalhado pelas poças d´água que serviram de zagueiro.

Necessitando abrir o placar para obter o acesso à Série A, o técnico Mazola Júnior sacou Renato e promoveu a entrada de Júnior Viçosa. Com o time mais à frente, além da defesa do Vila Nova, o Sport encontrou no gramado destruído pela chuva outro adversário. Restou aos pernambucanos apostar nas bolas paradas, sobretudo com Marcelinho Paraíba. O jogador, que há havia levado perigo ao gol do Vila Nova no primeiro tempo com cobranças de falta, voltou a exigir boas defesas do goleiro Luis Cetin na etapa complementar.

E foi na bola aérea que o Leão conseguiu o gol da classificação. Aos 27 minutos, Bruno Mineiro, de cabeça, abriu o placar que garantiu os pernambucanos na Série A 2012. Daí em diante, os pernambucanos procuraram apenas se defender até o apito final do juiz, que encerrou o jogo aos 47 minutos.

Veja os gols do jogo
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Vitória bate o ASA, mas triunfo do Sport adia o sonho do acesso

Rubro-Negro baiano aplica virada sobre o time alagoano, que garante permanência na Série B, mas Leão de Pernambuco fica com a vaga no G-4

“Andar com fé eu vou, que a fé não costuma ‘faiá’”, já dizia a música de Gilberto Gil. Mas falhou. Pelo menos para o Vitória. Durante a semana, a campanha foi intensa na Toca do Leão. De faixa em frente ao vestiário a música do Grupo Revelação, o técnico Vagner Benazzi procurou motivar os jogadores do Leão baiano para que não perdessem a fé no acesso à Primeira Divisão. E foi com esta fé que o elenco rubro-negro entrou em campo no Estádio Municipal de Arapiraca para enfrentar o ASA, que precisava vencer para ficar na Série B.
O provérbio diz que a fé move montanhas. Mas, na tarde deste sábado, o que ficou provado é que fé não move tabelas. Apesar de ter feito a sua parte e ter batido o adversário alagoano na casa do inimigo, o Vitória viu o retorno à Primeira Divisão ser adiado pelo triunfo do Sport sobre o Vila Nova por 1 a 0.
Para o ASA, a derrota não significou o rebaixamento. Com a vitória da Portuguesa sobre o Icasa, o time alagoano teve assegurada sua permanência na Segunda Divisão. A equipe terminou a Série B do Campeonato Brasileiro em 16º, com 48 pontos, enquanto o Vitória ficou em quinto, com 60 pontos.

A equipe baiana ainda tentou adiar a tensão do jogo. Antes do início da partida, os jogadores entraram em campo com o uniforme número dois, de camisa branca, e precisaram voltar ao vestiário para trocar o padrão. No estádio Durival de Brito, o Bragantino também adiava o início do sua partida. Na volta do intervalo, mais atraso: o elenco do Rubro-Negro demorou 14 minutos para retornar ao gramado.
Mas as manobras não funcionaram: o Leão venceu e teve de engolir a permanência na Série B. O ASA abriu o placar logo aos dois minutos de jogo, com gol de Leandro. No segundo tempo, Jorginho marcou contra, e Neto Baiano selou a virada. O destaque ficou com o goleiro Douglas, que, até quando a fé no acesso já tinha sido esgotada, manteve a determinação e fechou a meta rubro-negra.

Vitória vai com fé, mas ASA é que tem pedido atendido

O ASA começou pressionando e conseguiu escanteio logo no primeiro minuto da partida. Se o lance não resultou em gol, o time alagoano não estava disposto a adiar muito: aos dois minutos, Leandro aproveitou o escanteio cobrado por Raul e mandou, de cabeça, para o fundo da rede.
O Vitória tentou responder aos sete minutos. Após cobrança de falta, Jean escorou para o gol. No entanto, a alegria do time baiano durou segundos: o bandeira logo sinalizou impedimento do zagueiro rubro-negro.

A partir daí o que se via eram duas equipes com vontade de vencer, mas com pouca sorte na finalização. O ASA pressionava, com ataques mais precisos que os do adversário. Nervoso em campo, o Rubro-Negro baiano oferecia resistência, mas não tinha tranquilidade no chute a gol. Prova disso foi o lance do atacante Rildo, que, aos 23 minutos, chegou na cara do gol, limpou a defesa e bateu. Mas mandou muito alto e a bola passou por cima do travessão.
Se o ataque do Vitória não funcionava, o goleiro Douglas fazia sua parte. Aos 31 minutos, Sérgio Bueno cruzou, Raul tocou de cabeça e o arqueiro rubro-negro fez uma defesa espetacular. Um minuto depois, foi a vez de Leandro, sozinho na cara do gol, ameaçar o Leão baiano. Douglas não engoliu a tentativa de drible e tirou a bola dos pés do adversário. Os jogadores do Rubro-Negro seguiam tensos - dentro do campo e fora dele. No banco de reservas, o zagueiro Maurício reclamou tanto que levou cartão amarelo.
O goleiro Gilson ainda deixou sua marca no fim do primeiro tempo. Após um vacilo da zaga do ASA, o Vitória cobrou uma falta rápida e Gilberto quase deixou tudo igual. Mas o arqueiro do time alagoano fez milagre e impediu o empate.

Vitória consegue a virada, mas festa é do adversário derrotado

Depois de 14 minutos de atraso para o início do segundo tempo, os jogadores entraram em campo. O Vitória aproveitou o intervalo para renovar a fé no acesso, já que Sport e Bragantino empatavam seus jogos, e, logo aos três minutos, Rildo assustou o ASA. Após cruzamento de Nino, o atacante cabeceou para fora.
Rildo vitória Asa série B (Foto: Eduardo Martins / Agência Estado)
Partida termina com triunfo rubro-negro e alegria alvinegra em Alagoas

Na tensão pelo acesso, o técnico Vagner Benazzi logo fez mudanças e colocou em campo três atacantes: Fábio Santos deu lugar a Neto Baiano, e Geovanni saiu para a entrada de Marcelo. Minutos depois o gol de empate chegava após uma jogada dos reforços recém-chegados à partida. Na área, Neto Baiano tocou para Marcelo, que mandou na trave. Na sobra, Jorginho tentou afastar, mas mandou a bola para o fundo da rede.
Apesar do empate, a tensão só aumentaria. Aos 16 minutos, o sistema de som do Estádio Municipal de Arapiraca anunciava o gol do Sport sobre o Vila Nova – resultado que dava a vaga na Série A de 2012 ao time pernambucano. Em Alagoas, o Vitória ainda tentava fazer a sua parte. Neto Baiano, Marcelo e Rildo faziam uma bela trinca e ameaçavam o gol de Gilson. No calor da partida, sobrou até para o goleiro reserva do ASA, Tutti, que levou amarelo por reclamação, fora das quatro linhas.

E, se a pressão pelo resultado já não era suficiente, o árbitro Péricles Bassols apimentou ainda mais o confronto. Aos 25 minutos, Charles Vagner cometeu falta, levou o segundo amarelo e foi mais cedo para o chuveiro. Com um a mais em campo, o ASA aproveitou para tirar o fôlego do nervoso Leão: após finalização do time alagoano, Nino salvou em cima da linha. Em seguida, no rebote, Alexsandro bateu forte, mas a bola passou raspando pela segunda trave e saiu pela linha de fundo. Sem dar trégua ao Vitória, Sérgio Bueno e Jorginho também protagonizaram uma sequência de gols perdidos. Douglas defendeu com maestria os dois tiros à queima-roupa.
Quando a partida de Alagoas estava em trinta minutos do segundo tempo, Neto Baiano se aproveitou de uma falha da defesa e fez o gol da virada. No Serra Dourada, no entanto, o confronto entre Vila Nova e Sport já estava nos 44 minutos – e o time de Pernambuco seguia vencendo por 1 a 0. O acesso do Vitória já estava perdido. Aos 39 minutos, era o momento do ASA comemorar. No sistema de som do estádio era anunciado o triunfo da Portuguesa por 2 a 0 sobre o Icasa.

Com o apoio da torcida e a permanência na Série B garantida, o time alagoano aproveitou para pressionar nos últimos minutos. Douglas, mesmo ciente de que a Primeira Divisão era sonho perdido, continuou a saga das defesas difíceis e fechou a meta do Vitória até o término da partida.

veja os gols do jogo
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Pelé assina com Santos para ser o garoto-propaganda do centenário

Rei do Futebol também será atrativo para arrecadação de sócios e investidores para fundo de jogadores. Anúncio oficial será na quarta-feira

Depois de 37 anos, Pelé volta a assinar um contrato com o Santos. Mas não para entrar em campo, e sim para ser o garoto-propaganda oficial do clube. Ele será a imagem do Peixe no ano de 2012, do centenário alvinegro. O anúncio oficial será feito em uma coletiva nesta quarta-feira.

No dia 14 de abril de 2012, o Santos completa 100 anos de existência. E, por isso, firmou um contrato com Pelé para ser o garoto-propaganda por um ano, com possibilidade de ser prorrogado por mais um ano. Além de representar o Peixe pelo centenário, o Rei do Futebol também será a cara da nova campanha de arrecadação de sócios do clube, que se chamará Sócio Rei. A ideia do presidente santista, Luiz Alvaro de Oliveira Ribeiro, é ter 100 mil sócios nos próximos dois anos. Na atual gestão, ele já conseguiu atrair cerca de 20 mil.
Pelé Muricy Ramalho Santos Libertadores (Foto: Ag. Estado)
Pelé (com Muricy Ramalho na foto) será a imagem do Santos no centenário

Outro objetivo do Santos é usar a imagem de Pelé para atrair também interessados em contribuir com um fundo de investimentos para a compra de jogadores. Esta ideia é defendida por Laor desde a campanha pela presidência, em 2009, mas ainda não saiu do papel. Com o ídolo como atrativo, o Peixe espera colocar o projeto em prática.
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VASCO SÓ EMPATA COM LA U E SAI COM PEQUENA DESVANTAGEM NA SEMIFINAL

Equipe cruz-maltina abre o placar, mas permite reação do adversário após queda de rendimento no segundo tempo

Os torcedores cruz-maltinos foram para casa nesta quarta-feira, após o duelo entre Vasco e Universidad de Chile, em São Januário, com um empate com sabor de derrota. A equipe da Colina saiu na frente do placar mas permitiu que o adversário chegasse ao 1 a 1. Depois de um grande primeiro tempo, os vascaínos tiveram uma queda de produção brusca na segunda etapa e viram a vantagem desaparecer no gol de González. Bernardo fez o gol para o time da casa.

Com o resultado, os chilenos jogam com a vantagem do empate por 0 a 0 no confronto de volta, em Santiago, na próxima quarta. Um novo 1 a 1 leva a disputa para os pênaltis e qualquer empate com dois ou mais gols classifica o Vasco. Quem vencer avança para a final da Sul-Americana. O vencedor deste duelo enfrenta quem passar de Vélez Sarsfield, da Argentina, e LDU, do Equador.
Placar da Colina derrapa no nome do rival: 'Univercidade'
Placar da Colina derrapa no nome do rival: 'Univercidade'

Antes de decidir a vaga na final, o clube da Colina volta suas atenções para a disputa do Brasileiro. Neste domingo, às 17h (de Brasília), o time enfrenta o Fluminense em um clássico importantíssimo na luta pelo título.

Bernardo aproveita 'passe de sorte' de Allan e marca

Como já havia feito durante a competição, o time chileno não ficou apenas no campo de defesa esperando os contra-ataques, o que deixou o jogo aberto e cheio de alternativas. Com poucas faltas e poucos erros de passes, as chances começaram a aparecer. Juninho, pelo lado do Vasco, e Vargas, pela La U, tiveram boas oportunidades em chutes de fora da área.
Os cruz-maltinos levaram um susto quando Dedé errou a saída de bola e deu boa chance a Vargas dentro da área, mas logo o time da casa começou a se impor, especialmente nos pés de Allan e Felipe. O camisa 6 teve uma ótima oportunidade em finalização da entrada da área, mas a bola passou à esquerda. Pouco depois, deu bom passe para Elton, que chutou forte e acertou o travessão do goleiro Jhonny Herrera.
Fluminense x Vasco: 13.198 ingressos já foram vendidos
De tanto tentar, o Vasco conseguiu chegar ao gol, e com uma dose de sorte. Allan deu passe, a bola desviou na defesa e foi na medida para Bernardo, que, livre de marcação, chutou cruzado de perna direita para abrir o placar na Colina: 1 a 0.
Vendo o domínio vascaíno, o técnico Jorge Sampaoli fez uma alteração antes do intervalo: colocou Matías Rodriguez no lugar de Lorenzetti. O Universidad cresceu no jogo e teve duas boas chances, uma em falta cobrada por Mena e outra em um rebote mal aproveitado por Canales, que mandou por cima.

Vasco cansa e permite o empate chileno

Apesar de estar à frente no placar, o Vasco voltou do vestiário com uma postura bastante ofensiva, com o objetivo de aumentar sua vantagem para o jogo de volta, no Chile. Apesar da pressão, quem teve a primeira boa chance foi La U, em uma bomba de Matías Rodriguez. A resposta foi com Felipe em chute da entrada da área, mas a bola subiu demais. O camisa 6 deu lugar a Fellipe Bastos aos 15 minutos. Pouco depois, aos 19, foi a vez de Elton pedir para sair e ser substituído por Alecsandro.

Quem passou a aparecer mais foi o goleiro Fernando Prass. Até os 20 minutos ele salvou o Vasco em pelo menos duas oportunidades. A primeira em um chute de Vargas de dentro da área, e a segunda após finalização cheia de veneno feita por Díaz. Aparentando cansaço, o time cruz-maltino permitia cada vez mais a chegada do adversário. A melhor chance dos donos da casa veio em uma bola parada. Juninho cobrou na cabeça de Dedé, que, sozinho, deu um peixinho. O goleiro conseguiu defender sem dar rebote.
Juninho e Dedé não perdem otimismo após empate (André Portugal/FOTOCOM.NET )
Juninho e Dedé não perdem otimismo após empate

O gol chileno, que estava amadurecendo, aconteceu aos 33 minutos. Após bola longa levantada na área, González subiu livre por trás da defesa e deu um toque sutil de cabeça para vencer Prass: 1 a 1. Após o empate, o Vasco até teve duas ótimas chances em cabeçadas de Alecsandro, que não conseguiu vencer Jhonny Herrera. A pressão foi até o fim, mas o time da Colina não teve pernas para chegar ao segundo gol. Melhor para os chilenos.

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domingo, 20 de novembro de 2011

FRED FAZ TRÊS, FLU NOCAUTEIA FIGUEIRA NA ETAPA FINAL E ESTÁ NA LIBERTADORES

Atacante decide, após primeiro tempo equilibrado, põe clube na competição continental e mantém fio de esperança de título. Rival perde invencibilidade

Quatro golpes mortais no segundo tempo, três deles de Fred, foram o suficiente para garantir a goleada do Fluminense sobre o Figueirense, neste domingo, em Florianópolis, que, de quebra, coloca o clube carioca mais uma vez na disputa da Libertadores, antecipadamente, por conta de uma combinação de resultados. Irresistível, o atacante tricolor resolveu jogar e atordoou os defensores rivais, se aproximando da artilharia do Brasileirão, com 20 gols - três a menos que Borges, do Santos, que não deve mais jogar. Desabou com estilo, também, a invencibilidade de 14 jogos do time da casa.

Com os 4 a 0 no marcador, o Tricolor se mantém em terceiro lugar, com 62 pontos, ainda com remota chance de título. Já o Alvinegro caiu para quinto, com 57, mas o sonho de ir pela primeira vez à competição continental segue vivo. Na próxima rodada, o Figueira recebe o líder Corinthians, no domingo, enquanto os cariocas fazem o clássico contra o Vasco, no Engenhão.

Equilíbrio e gols perdidos

O atraso de quase dez minutos para o Fluminense entrar em campo já anunciava a tensão que envolvia o duelo desta noite. Com destinos em jogo no Orlando Scarpelli, o caminho mais comum seria uma disputa estudada no início, com as equipes evitando arriscar, certo? Errado. A velocidade e o ímpeto ofensivo de ambos marcaram a etapa. Como se alvinegros e tricolores pudessem conter o líder Corinthians correndo contra o tempo e mostrando cada vez mais vontade.
Deco comemora atuação em Floripa: 'Jogamos muito'
Deco comemora atuação em Floripa: 'Jogamos muito'

Sem medo de ser feliz, a sensação Figueira, então sustentando sua longa invencibilidade, não mudou sua característica e partiu para cima, apoiado por mais de 15 mil pessoas. Logo aos seis minutos, um cartão de visitas: Aloísio se antecipou à defesa, após passe rasteiro de Bruno Vieira, mas não conseguiu se equilibrar para concluir, já cara a cara com Cavalieri. Na sequência, uma baixa fez Jorginho queimar uma substituição. O volante Túlio sentiu fisgada na coxa, e Jackson entrou.
Pouco a pouco, o Tricolor pôs a bola no chão e passou a incomodar o time da casa. A essa altura, com a informação de que uma vitória já lhe renderia uma vaga na Libertadores, em virtude dos tropeços de Botafogo e Flamengo, mais cedo. Dos 15 aos 25, na prática, só o Flu atacou com perigo. Marquinho e Carlinhos buscavam tabelas, mas Sobis e Fred não estavam na mesma sintonia - em quase todas as vezes, o último passe vinha nas costas.
A partir daí, o árbitro Heber Roberto Lopes contribuiu para que o jogo reduzisse o ritmo. Forçou a marcação de faltas, irritando, com alguma razão, o público, que protestou muito. Foi dessa circunstância, no entanto, que os comandados de Jorginho tiveram a maioria de suas melhores oportunidades. Pelo alto, Elias colocava na área e gerava pânico entre os zagueiros do Fluminense.
Fred revela inspiração em bilhete de torcedora
Fred revela inspiração em bilhete de torcedora

Na reta final do primeiro tempo, o jogo voltou a ficar lá e cá e muito bom de se ver. Nas costas de Carlinhos, o ótimo Bruno Vieira deitava e rolava. Já aos 43, Sobis perdeu um gol incrível. Em enfiada pelo meio, o camisa 23 ficou livre para escolher o canto, mas bateu muito fraco, e Wilson defendeu. Caso semelhante aos de Wellington Nem e Elias, que tentaram duas vezes dentro da área, mas o goleiro tricolor estava atento.

Uma estrela chamada Fred

Todo o equilíbrio, porém, foi por água abaixo na volta do intervalo. Fred resolveu acordar e, marcado de longe, simplesmente resolveu a partida. Aos três, um belo toque no canto esquerdo para abrir o placar. Depois, aos 11, cruzamento de Carlinhos da esquerda, o goleiro Wilson falhou, e o camisa 9 estava lá para conferir.
Do outro lado, não havia estrela de tal nível para brilhar. Por isso, o desespero tomou conta do Figueira, que acusou o golpe. Atacava desordenadamente e, ainda que tivesse muito mais posse de bola, não assustava Diego Cavalieri. Jorginho agiu, promovendo a entrada de Somália para atuar como pivô e referência para tantas bolas alçadas. Mas nada surtia efeito.
Fred comemora um dos gols contra o Figueirense (Foto: Cristiano Andujar/Photocamera)
Fred comemora um dos gols contra o Figueirense

Os contragolpes cariocas eram mortais, e em um deles, aos 27, Fred, sempre ele, achou Deco, que colocou Marquinho em ótima condição para transformar o triunfo parcial em goleada. Festa da torcida tricolor. A galera do Figueira, entretanto, não arredava pé do estádio e, num gesto bonito, ainda aplaudia o esforço do time, reconhecendo a limitação em comparação aos adversários na briga pela Libertadores.
Abel se empolga: 'Fica impossível ganhar do Flu'
Abel se empolga: 'Fica impossível ganhar do Flu'

Abel Braga ainda mexeu para poupar seus jogadores e, até o fim, havia apenas toques laterais para o tempo passar, e o Flu poder carimbar sua vaga na Libertadores, improvável para muitos depois do primeiro turno irregular. No apagar das luzes, houve tempo para um quarto gol. Lindo passe de Lanzini e o golpe final desferido por... Fred, o nome da noite.

FIGUERENSE 0X4 FLUMINENSE- Brasileirão Série A 36ª RODADA
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EM JOGO SEM CLIMA DE DECISÃO, FLA E ATLÉTICO-GO EMPATAM EM 0 A 0

Time de Luxa mostra apatia na luta pelo G-5 e é vaiado por sua torcida, maioria no Serra Dourada. Donos da casa praticamente escapam da queda

O título ficou para trás, e a vaga na Libertadores está sob risco. O Flamengo não para de tropeçar nas próprias pernas na reta final do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o time de Vanderlei Luxemburgo teve apoio quase que total no Serra Dourada, mas repetiu a atuação ruim da última quinta-feira, contra o Figueirense. Em novo empate sem gols, desta vez contra o Atlético-GO, gritos de “burro” e “time sem vergonha” foram ouvidos pelo treinador e pelos jogadores na saída de campo. Com 57 pontos, a equipe continua fora do G-5, em sexto. Pior: a duas rodadas do fim, parece sem forças para reagir.
Melhor durante quase toda a partida, o Dragão teve as chances mais claras, mas pecou na hora de decidir. Em casa, foi visitante, mas não se importou. O técnico Hélio dos Anjos soube proteger bem a defesa sem deixar de atacar. Com 44 pontos, o clube praticamente garante a permanência na Primeira Divisão. Em 13º, só será rebaixado com uma improvável combinação de resultados. O time teria de perder seus dois jogos e ver Ceará e Atlético-PR vencerem seus dois compromissos derradeiros. E não é só: o Furacão precisaria ainda tirar uma desvantagem de 18 gols de saldo nestas duas rodadas finais.
Pelas circunstâncias do jogo, o empate por 0 a 0 no Serra Dourada merece ser até comemorado pelos rubro-negros cariocas. Um detalhe chama atenção: foi o terceiro jogo seguido sem gol do Fla (perdeu para o Coritiba por 2 a 0 e empatou com o Figueirense por 0 a 0).
Alex Silva reclama das vaias: 'Estamos brigando em cima'
Alex Silva reclama das vaias: 'Estamos brigando lá em cima'

Na próxima rodada, o Flamengo enfrenta o Inter, às 17h, em Macaé. Um confronto direto na luta pela vaga na Libertadores, já que os dois times estão com a mesma pontuação (o Inter tem uma vitória a mais 15 a 14). O Atlético-GO pega o Grêmio, no mesmo horário, no Olímpico.

Dragão ousado, Fla sonolento

Um time engessado, lento e carente. Carente do talento de Ronaldinho, marcado bem de perto por Bida e pouco inspirado. Carente do brilho de Thiago Neves, que teve Pituca quase que o tempo todo no cangote. Uma equipe sonolenta, de alternativas limitadas e padrão de jogo pouco funcional. O Flamengo sabia que tinha de jogar bem, nem que fosse na marra, e a torcida goiana deu um empurrão. Era visitante, jogava de branco, mas tinha maioria rubro-negra na arquibancada. O Serra Dourada encheu para tentar ajudar a equipe de Vanderlei Luxemburgo a reagir na competição. Mas a torcida viu pouco na etapa inicial.
Foi um primeiro tempo de troca de papéis. Quem briga pela Libertadores abusou dos toques para o lado, da passividade. O Atlético-GO, que tinha como primeiro objetivo ficar na Série A, ousou. Criou duas boas chances antes dos dez minutos com Marcão, que assustou o goleiro Felipe. Hélio dos Anjos armou duas linhas de quatro para defender e viu seu time entrar na área adversária com facilidade. Uma das investidas, com Thiago Feltri, também levou perigo.
Ronaldinho decepciona e leva até chapéu em seu 50º jogo
R10 decepciona e leva até chapéu em seu 50º jogo

Na falta de inspiração, o Flamengo encontrou nos chutes de longe sua saída de emergência. Renato parou no goleiro Márcio, Thiago Neves errou o alvo, e Deivid chegou a acertar a rede, só que pelo lado de fora. Antes, Luxa tinha perdido Airton, aos 25. Após receber falta por trás de Marcão, ele torceu o tornozelo esquerdo e não conseguiu voltar. Muralha o substituiu.
A torcida que exalta também cobra. Assim como no Engenhão, no empate sem gols com o Figueirense, gritos de “queremos raça” foram ouvidos no Serra Dourada. Para encerrar os primeiros 45 minutos, mais inversão de valores. Bida jogou como Ronaldinho deveria jogar. O volante marcador, que também veste a 10, chapelou o astro da Gávea com categoria de craque.

Cenário não muda na etapa final

Luxemburgo não mudou nenhuma peça do Flamengo na volta do intervalo. A postura apática permanceu intacta. Jogadas: zero. Disposição: zero. O domínio continuava com o Atlético, que investiu em jogadas pelas laterais e procurou usar a presença de área de Marcão. Numa das tentativas, aos 15, o camisa 9 se antecipou a Alex Silva para receber passe de Juninho e foi atingido pelo goleiro Felipe na canela esquerda. A chuteira deixou marcas na perna do jogador, mas o árbitro Paulo César de Oliveira ignorou o pênalti. Pouco antes, um torcedor invadiu o campo e teve de ser retirado por policiais.
Luxa não terá Junior Cesar e Muralha contra o Internacional
Luxa não terá Junior Cesar e Muralha contra o Inter

Luxa decidiu lançar Thomás e tirar Deivid. Os gritos de “burro” da última quinta-feira se repetiram. O garoto entrou para jogar do lado esquerdo de ataque, com R10 centralizado e Thiago Neves pela direita, mas quase não tocou na bola. Thiago e Ronaldinho se revezavam na área como atacantes, só que a falta de criatividade prevalecia.
Hélio dos Anjos renovou o ataque, e Juninho deu lugar a Felipe. Na pressão, o Dragão quase abriu o placar, aos 23. Felipe, goleiro do Fla, errou na saída de bola e a entregou para o xará. O cruzamento rasteiro, pela esquerda, chegou no pé direito de Marcão na pequena área, mas o desvio foi para fora.
Luxa: ‘Não posso falar que o Flamengo vai ganhar a vaga’
Luxa: ‘Não posso falar que o Fla vai ganhar a vaga’

Diego Maurício, que sequer ficara no banco na rodada passada, ganhou uma chance. Ele substituiu Thiago Neves, que novamente fez uma partida ruim. Drogbinha deu velocidade ao ataque com boa movimentação e levou perigo em duas investidas. Numa delas, aos 31, invadiu a área pelo lado esquerdo, tentou driblar o goleiro Márcio e caiu. O árbitro mandou seguir e levou jogadores reservas e integrantes da comissão técnica do Flamengo à loucura.
O Fla cresceu nos 15 minutos finais, o jogo ficou franco, mas as duas equipes abusaram dos erros de passe. Faltava sempre aquele cuidado final na hora de decidir. A torcida que encheu o Serra Dourada direcionou as críticas para a área técnica do clube carioca. Aos gritos de “Fora, Luxemburgo!”, os rubro-negros protestaram. E o time saiu de campo com a sensação de que o fim de ano se desenha cada vez mais perigoso.

Atlético-GO 0x0 Flamengo - Campeonato Brasileiro 2011 36ª RODADA
Postado por Unknown às 18:34 0 comentários
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